setembro 25, 2011

ódioses e odiosidades

Algumas coisas têm me irritado muito ultimamente. Na verdade eu tenho estado muito impaciente com os outros, seilá. Tô com raiva de quem é devagar, de quem não pensa do mesmo jeito, que escreve errado. Tenho sentido repulsa por quem não acredita no que eu falo, por quem é desinteressado. Sério. Eu odeio tanto que me prendam, odeio mais ainda que peçam a minha atenção a todo tempo. Odeio que não me respeitem. Odeio que não tenham assunto comigo, e pior, que falem comigo sobre relacionamentos, odeio que escutem músicas que desaprovo, odeio que escutem as mesmas músicas que eu. Odeio não ir bem numa prova, odeio que falem de coisas que eu não sei e que falem de coisas que eu sei e que querem me ensinar mesmo eu sabendo mais ainda. Enfim, odeio tudo esse ano.

setembro 23, 2011

É uma questão de educação e sem dúvida, racionalidade.

E é por isso que a gente DEVE, sim, fazer questão de uma pública.

setembro 18, 2011

Lerê Lerê, lerê lerê lerê...

setembro 14, 2011

I thought it was alright for me to hold you through the night.

setembro 10, 2011

A.

Aquilo que outrora lhe pareceu o cúmulo da inutilidade, agora é inerente às suas vontades. Parece que você esconde quem você é, como quem esconde suas vergonhas, como se fosse vergonha. Você releva os de sempre, e os de nunca são tratados a pão-de-ló. Seus Novos se tornaram seus melhores. Você não tem fantasias, você tem as suas fantasias. Talvez você não seja nada.

Obs: para mais reclamações, disque 0800-000-666.

setembro 06, 2011

Depressão, hm.

setembro 01, 2011

Parece que você mesma contradiz o que pensa ou o que acha que deveria pensar, pois na realidade você gosta é de achar que sabe o que não sabe, de viver o que acharia legal viver, de sonhar com o intangível, e você mente. Seu corpo tem vestígios de idas e vindas ao impossível, suas roupas têm um quê de indiferença, seus olhos de azeitonas pretas mostram a verdade camuflada em sorrisos indecifráveis. Seu cheiro é indiferente, seus cabelos escuros são indiferentes, você é a dona de uma alma efêmera. Na verdade você não demonstra suas fragilidades ou demonstra mas insiste em acreditar naquilo que lhe parece menos utópico, é mais cômodo ser assim, eu sei. Você se deixa levar pelo novo e o que é caro, você quer. E é um paradoxo. É caro demais aceitar essa sua indiferença, e você não quer. Às vezes é impossível, e torna-se insuportável deixar de querer pensar na sua ausência de espírito. É impossível acreditar em você, é impossível não acreditar. Eu vejo uma menina forte, mas que não é forte o suficiente para assumir sua própria realidade. É fácil apoiar-se nos outros e sugar suas energias boas e ruins. Para quê, eu te pergunto. Não que você viva no mundo da fantasia, mas você deveria enxergar a realidade por trás daquele rostinho bonito e moreno da sua terceira perna.