Hipótese 1:
Nem esse texto nem esse blog existem. São meramente ilusão, computação e servem para te confundir. Na realidade, nada disso existe. O seu pensamento nesse instante não passa de confusões elétricas e químicas que você pensa formarem algo, mas não. O mundo é uma enganação. As pessoas te enganam o tempo todo, a luz te confunde o tempo todo. Não existe moral, não existe cidade. Até você, que por algum motivo inoportuno, infeliz ou curioso, cometeu o equívoco de ler esse texto e percebeu que não existe. O amor é mentira, a saudade é inverdade. O universo é e não é uma grande mentira. Nem eu mesma existo. Sou um robô alien que veio do planeta Tu Doverdades para seguir essas "invenções de verdade" e torná-las parte de algo menos fantasioso.
Hipótese 2:
Todos somos parte de uma mentira como na hipótese anterior, mas fomos criados por um outro mentiroso que como o nome já diz, inventa tudo e acha que também é real.
Hipótese 3:
Você não está lendo, eu não escrevi, não tomei café da manhã hoje cedo, não estudei, não li. Você não acordou, eu não nasci, ninguém nasceu e isso tudo é parte do nada.
Mas se o nada é alguma coisa, então de onde veio o nada, se nada veio de algum lugar que é alguma coisa ou o nada?
Ah, deixa pra lá.
Quando "não" há opção e sentimo-nos sufocados a ponto de vomitar tudo o que temos, fizemos e pensamos desde que nos conhecemos, escrevemos.
novembro 18, 2011
novembro 12, 2011
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