Para alguns é só um lugar. Para outros (assim como para ela) o melhor anseio que alguém pode sentir. Não há razão para tal diversidade de valores, tampouco para a variedade de espécies que circulam por lá. A verdade é que observando de fora (ou de dentro, seilá) você vê o quanto dá para perder-se nessas revoltas e lutas contra a tirania de terceiros. Ainda nesse infortúnio, percebe-se munido de palavras, ações e cartazes que num ímpeto, gritam sem pensar, vocábulos esdrúxulos retirados de mentes poluídas ou injustiçadas ou que apenas aspiram fazer barulho. Se você procurar (no sentido literal da palavra) encontrar uma lacuna por todas essas ruas de papel, acabaria por topar com uma brecha (um mendigo lendo, por exemplo) e você se perguntaria: Será que nos altos dessa aduana ainda há intelecto satisfatório capaz de acabar com essa angústia imperecível?
Quanto mais nos perguntamos, mais nos respondemos. E quanto mais nos respondemos, mais chegamos à conclusão de que não sabemos nada.
Quando "não" há opção e sentimo-nos sufocados a ponto de vomitar tudo o que temos, fizemos e pensamos desde que nos conhecemos, escrevemos.
abril 29, 2010
abril 12, 2010
às vezes quando ficamos intrigados por alguma razão, seja ela boa ou ruim, nos vem uma leve sensação de desconforto. Do tipo como quando éramos pequenos e descobrimos que nosso aniversário é no dia em que nascemos ou pelo simples fato de estarmos respirando. Nossa mente era restrita as brincadeiras, jogos educativos. Fácilmente influenciados por todo tipo de atração. O fato é que o mundo em que vivemos nos obriga a fazermos mais, além do que necessitamos e sempre há uma solução, não importa qual. Daí vem aquela sensação, nos sentimos totalmente intrigados. Ao acordar, depois de uma boa e desejada noite de descanso, acredita-se inteiramente na capacidade voraz da descoberta, na ciência.
Para se ter uma vaga ideia da dimensão do conhecimento, imagine-se do tamanho de uma formiga em meio à imensidão do oceano, tentando se equilibrar em cima da folha para não se afogar.
É preciso saber segurar a peteca.
Podemos contar do um ao nove e nunca é suficiente, pois há sempre algo mais a se fazer.
Você, leitor, está se perguntando:
Que merda de texto é essa?
É, sem o conhecimento ninguém vai longe.
Para se ter uma vaga ideia da dimensão do conhecimento, imagine-se do tamanho de uma formiga em meio à imensidão do oceano, tentando se equilibrar em cima da folha para não se afogar.
É preciso saber segurar a peteca.
Podemos contar do um ao nove e nunca é suficiente, pois há sempre algo mais a se fazer.
Você, leitor, está se perguntando:
Que merda de texto é essa?
É, sem o conhecimento ninguém vai longe.
abril 02, 2010
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