abril 12, 2010

às vezes quando ficamos intrigados por alguma razão, seja ela boa ou ruim, nos vem uma leve sensação de desconforto. Do tipo como quando éramos pequenos e descobrimos que nosso aniversário é no dia em que nascemos ou pelo simples fato de estarmos respirando. Nossa mente era restrita as brincadeiras, jogos educativos. Fácilmente influenciados por todo tipo de atração. O fato é que o mundo em que vivemos nos obriga a fazermos mais, além do que necessitamos e sempre há uma solução, não importa qual. Daí vem aquela sensação, nos sentimos totalmente intrigados. Ao acordar, depois de uma boa e desejada noite de descanso, acredita-se inteiramente na capacidade voraz da descoberta, na ciência.
Para se ter uma vaga ideia da dimensão do conhecimento, imagine-se do tamanho de uma formiga em meio à imensidão do oceano, tentando se equilibrar em cima da folha para não se afogar.
É preciso saber segurar a peteca.
Podemos contar do um ao nove e nunca é suficiente, pois há sempre algo mais a se fazer.
Você, leitor, está se perguntando:
Que merda de texto é essa?
É, sem o conhecimento ninguém vai longe.

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