essas buchechinhas quero eu apertar se eu disser mais uma rima vou me matar
e se eu continuar a falar
irei me apaixonar
entao continua a falar e a rimar
porque qualquer dia ainda ei de te beijar
portugal e brasil sao paises separados
com a vinda da pangeia ficam interligados
só assim consigo imaginar
passar contigo o meu ultimo luar
e eu fico ouvindo essas músicas tristes aqui
esperando um dia o sentimento que nunca senti
quero te amar, sim de verdade
e que dure até a eternidade
só contigo passo horas de verdade
até altas horas sempre a ver a beldade
quando vou adormecer
fico a pensar se um dia a vou conhecer
Quando "não" há opção e sentimo-nos sufocados a ponto de vomitar tudo o que temos, fizemos e pensamos desde que nos conhecemos, escrevemos.
maio 26, 2010
"Poeminha"
De vinho seco, tarde chuvosa
Frio molhado, casacos cor preta
Cachecóis, cafés, romances policiais
Bebida púrpura! Apreciada em taças de cristal
Fumaça de vento, namorados de mãos dadas
Livros amarrados a mentes, onde se proíbe a venda
tentando se censurar o que na verdade
é apenas um puro e singelo poeminha.
Não há tradução que o exemplifique
mas sim um sentimento de tirar o fôlego
Ele pede uma dose da bebida púrpura e pró-seca
e se vê dentro de um quebra cabeça
ou talvez um labirinto
Nenhum dos caminhos leva a Roma
Nenhuma das estradas chega na praia
Essa névoa branca que paira sobre o chão
esconde futuros pés
acobertados de sapatos vinho
Mas esse frio não passa nunca, pensou ele.
Depois de caminhar por toda a cidade
chega a um estágio
de escutar somente a sirene barulhenta
que insiste em zunir dentro de sua cabeça.
Não passa! Não passa!
Apático, sem vontade, acorda
da realidade recruta, marionete.
Pede mais uma taça de vinho.
Voltemos às cerejas.
Frio molhado, casacos cor preta
Cachecóis, cafés, romances policiais
Bebida púrpura! Apreciada em taças de cristal
Fumaça de vento, namorados de mãos dadas
Livros amarrados a mentes, onde se proíbe a venda
tentando se censurar o que na verdade
é apenas um puro e singelo poeminha.
Não há tradução que o exemplifique
mas sim um sentimento de tirar o fôlego
Ele pede uma dose da bebida púrpura e pró-seca
e se vê dentro de um quebra cabeça
ou talvez um labirinto
Nenhum dos caminhos leva a Roma
Nenhuma das estradas chega na praia
Essa névoa branca que paira sobre o chão
esconde futuros pés
acobertados de sapatos vinho
Mas esse frio não passa nunca, pensou ele.
Depois de caminhar por toda a cidade
chega a um estágio
de escutar somente a sirene barulhenta
que insiste em zunir dentro de sua cabeça.
Não passa! Não passa!
Apático, sem vontade, acorda
da realidade recruta, marionete.
Pede mais uma taça de vinho.
Voltemos às cerejas.
maio 25, 2010
maio 24, 2010
São Paulo, Maio, 1973
A você, prezada colega
De todo o meu coração
Eu te deixo nesta folha
A minha recordação
Se no dia de amanhã
O destino nos separar
Ao abrires êste albúm
Você me recordará
Seja aonde estivermos
No mais longe do além
Vai te simples lembrancinha
De quem sempre te quis bem
De sua colega que muito a estima.
De todo o meu coração
Eu te deixo nesta folha
A minha recordação
Se no dia de amanhã
O destino nos separar
Ao abrires êste albúm
Você me recordará
Seja aonde estivermos
No mais longe do além
Vai te simples lembrancinha
De quem sempre te quis bem
De sua colega que muito a estima.
Assinar:
Comentários (Atom)