O homem mudo, transparente
inocente.
Inocência?
Inocência não existe
não germina, não cresce.
Ilumina, para
que me seja possível enxergar
através dos homens sujos e
bêbados e perdidos de pó.
Pó? É o que resta depois. O amor,
a formação, o capital, o racional.
É, certamente, cheio de razão, o homem que se diz perdido
em velocidades. Ele não encontra a verdade nunca, nunca.
Sete, são as mulheres -belas mulheres- que se submetem
aos homens perdidos, inválidos, inconscientes
indecentes. Estão, elas
pois trancafiadas em casas [remendadas]
nas linhas da moradia, da vivência.
E uma delas disse, ao ser questionada:
-Como pode um peixe vivo, viver fora da água fria?
Como pode, Maria?
E então, ela responde, num gesto de monotonia:
-Vazia, vazia, e cheia de companhia.
Quando "não" há opção e sentimo-nos sufocados a ponto de vomitar tudo o que temos, fizemos e pensamos desde que nos conhecemos, escrevemos.
outubro 29, 2010
outubro 28, 2010
outubro 27, 2010
Apesar de você ser a única exceção, sinto, que essa apreensão que você carrega, [ao meu ver, claro] faz de você uma pessoa de certa forma chata, monótona, e cheia de complicações intermináveis. Não faço a mínima ideia de como você ficou assim [talvez você seja desse modo, mesmo] mas sei que a força de vontade vem de dentro, não adianta esperar o mundo mudar, ou seilá, o Serra ganhar. Apesar da distância de pensamento, apesar de tudo, você continua igual.
Continua a mesma pessoa que conheci anos atrás.
Continua com suas preocupações, com seus anseios, com suas infantilidades, com suas inverdades. E verdades.
Ainda é aquela ovelhinha seguindo o sistema [por mais que você não queira].
Ainda tem mau humor
Ainda tem aquele péssimo hábito de se achar superior, inferior
[mesmo que sutilmente]
Ainda não sabe chorar
Ainda não aprendeu a ler
Ainda chora
Ainda grita e abaixa a cabeça e se esquece.
Ainda não sabe o que é odiar
Ainda falta,
falta maturidade
experiência
coragem
falta-lhe tudo,
tudo o que é bom
o que é ruim
o que é inútil.
Falta-lhe tudo, você é feito, de nada.
Continua a mesma pessoa que conheci anos atrás.
Continua com suas preocupações, com seus anseios, com suas infantilidades, com suas inverdades. E verdades.
Ainda é aquela ovelhinha seguindo o sistema [por mais que você não queira].
Ainda tem mau humor
Ainda tem aquele péssimo hábito de se achar superior, inferior
[mesmo que sutilmente]
Ainda não sabe chorar
Ainda não aprendeu a ler
Ainda chora
Ainda grita e abaixa a cabeça e se esquece.
Ainda não sabe o que é odiar
Ainda falta,
falta maturidade
experiência
coragem
falta-lhe tudo,
tudo o que é bom
o que é ruim
o que é inútil.
Falta-lhe tudo, você é feito, de nada.
outubro 21, 2010
Podes me levar contigo
para junto de sua física?
Podes me mostrar sentido
entre as pernas [e como são belas, as pernas]
e montanhas
[atrasadas]
Leve-me, pois elas estão ocultas entre vírgulas reluzentes
entre mentes carentes e
não há dúvidas interiores, e nem falta de amores
e nem mesmo Maria das Dores, que,
de dolorida não tem nada,
não passa de uma
oprimida e desvalorizada
mulher da vida.
para junto de sua física?
Podes me mostrar sentido
entre as pernas [e como são belas, as pernas]
e montanhas
[atrasadas]
Leve-me, pois elas estão ocultas entre vírgulas reluzentes
entre mentes carentes e
não há dúvidas interiores, e nem falta de amores
e nem mesmo Maria das Dores, que,
de dolorida não tem nada,
não passa de uma
oprimida e desvalorizada
mulher da vida.
outubro 20, 2010
outubro 19, 2010
Certamente é, dado Idealismo inventado
ou infantil.
Mesmo desconhecendo fatos
ou até mesmo ignorando-os
não deixas de existir -nem que por um segundo- imundo Idealismo. Não morres nunca.
Não deixarás de existir, pois bem, pergunto-lhe: por obséquio encontras
mecanismos suficientemente fortes
capazes de superar aqueles sorrisos sinceros, singelos, de olhos serrados?
Liderava tal caos, munidos de
injustiças; o aportuguesado
'clichê', torna-se
hilariante; meramente
é, uma
esperança mútua e
universal.
Precisamente gemificada em
razões inexplicáveis para deduzir
esforços [mesmo que pequenos]
culminando em um
idioma independente, apaixonante e
Sozinho, sufocado, num estado anárquico.
Os dias ensolarados, cheios de
dúvidas e
erros que
voltam-se e
ocultam-se em
corações, e cartas de
Ênfases póstumas.
ou infantil.
Mesmo desconhecendo fatos
ou até mesmo ignorando-os
não deixas de existir -nem que por um segundo- imundo Idealismo. Não morres nunca.
Não deixarás de existir, pois bem, pergunto-lhe: por obséquio encontras
mecanismos suficientemente fortes
capazes de superar aqueles sorrisos sinceros, singelos, de olhos serrados?
Liderava tal caos, munidos de
injustiças; o aportuguesado
'clichê', torna-se
hilariante; meramente
é, uma
esperança mútua e
universal.
Precisamente gemificada em
razões inexplicáveis para deduzir
esforços [mesmo que pequenos]
culminando em um
idioma independente, apaixonante e
Sozinho, sufocado, num estado anárquico.
Os dias ensolarados, cheios de
dúvidas e
erros que
voltam-se e
ocultam-se em
corações, e cartas de
Ênfases póstumas.
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