Eu tenho vivido para copos de café. Cafés não tão quentes, nem tão frios. Cafés de máquina, fortes ou fracos, não de máquina e aqueles com uma pitada de canela. Sem açúcar. Gosto quando o café está morno-quente e assim que vai para o copo, acaba dividido em camadas. Espuma, líquido e líquido. A vida é feita de copos de café. Uns mais adocicados, outros nem tanto. O que importa é que sejam todos bem tomados.
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