Talvez fosse tarde demais quando Clarice desceu correndo as escadarias que davam acesso ao metrô, na estação central. Era o último trem, quase zero hora. A noite na megalópole adentrava os ouvidos, com barulhos -quase- inaudíveis à luz do dia. O relógio batia num uníssono, um som desesperador que refletia a ansiedade dos que circulavam por ali diariamente: TEC. TEC. TEC.
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