Enquanto os filósofos buscam as respostas do mundo na cabeça, os sociólogos vão lá e perguntam pra ele o que ele é.
Logo eu, apaixonada pela vida, sozinha, nesse imenso verso de romantismo do século XVIII corro atrás dessa reflexão.
Como, em aulas de física e literatura, percebe-se o incrível fato de ser perdidamente -sem nexo ou razão- loucamente, apaixonada?
Diga-se de passagem, a loucura é para os poucos, e bons.
Linguagem coloquial, leitura de olhares nem que por um instante adivinhações, mera ação e reação e caretas e choros e futuros encontros, indiretos, indiscretos.
Maçãs pela metade, livros não lidos.
Tudo fruto da minha imaginação, eu diria?
Comecei esse livro de capa vermelha, prá terminá-lo em anos. Como era de praxe,
sofrimentos, frustrações diárias, rotineiras, cotidianas.
Cotidiano cotado em 5 minutos.
Hot cappuccinos embebidos em máguas escuras, canela e açúcar.
Essa oscilação perdura tempos e tempos, aquela angústia pela verdade não me influencia mais.
São apenas versos jogados como canoas em meio a rios, como teatros feitos em pores de sol calmos. Versos retirados das páginas e colocados em enciclopédias de mero aprendizado fútil, alienado.
Busco por uma saída, digo que estou contentemente surpreendida com meus atos fervorosos.
De passeio a Buenos Aires, um marco de pichação na catedral, religião, antiguidades, línguas estrangeiras, línguas-mãe, chicos.
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