Para alguns é só um lugar. Para outros (assim como para ela) o melhor anseio que alguém pode sentir. Não há razão para tal diversidade de valores, tampouco para a variedade de espécies que circulam por lá. A verdade é que observando de fora (ou de dentro, seilá) você vê o quanto dá para perder-se nessas revoltas e lutas contra a tirania de terceiros. Ainda nesse infortúnio, percebe-se munido de palavras, ações e cartazes que num ímpeto, gritam sem pensar, vocábulos esdrúxulos retirados de mentes poluídas ou injustiçadas ou que apenas aspiram fazer barulho. Se você procurar (no sentido literal da palavra) encontrar uma lacuna por todas essas ruas de papel, acabaria por topar com uma brecha (um mendigo lendo, por exemplo) e você se perguntaria: Será que nos altos dessa aduana ainda há intelecto satisfatório capaz de acabar com essa angústia imperecível?
Quanto mais nos perguntamos, mais nos respondemos. E quanto mais nos respondemos, mais chegamos à conclusão de que não sabemos nada.
Interessante, interessante...
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