Sou uma constante fazedora de poemas. Acho que depois de um certo tempo levando porrada da vida, a gente meio que aprende a lidar com os problemas. Senta. Pensa. Escreve.
Então, escrevi isso, hoje de tarde, enquanto fingia estar super concentrada em estudos da faculdade:
Era tarde de sábado, o vento passava por entre os buracos da blusa de tricot, as bicicletas encostadas na árvore. Tinha um ipê roxo colorindo o cenário e dele caíam pequenas sementes igualmente coloridas, pintando a grama como uma obra surrealista. Era meio de inverno, o sol já dava lugar à lua e a gente ainda não tinha terminado a cerveja. E nunca terminamos.
E adoro neologismos também.
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