abril 30, 2011

e o menino (pequeno, 7 anos e alguns meses) aguardava pacientemente do lado de fora da porta do quarto dos pais. Esperava ouvir algum sussurro, grito ou qualquer sinal de que estava tudo bem. O pequenino, loiro e de olhos castanhos, tapava os ouvidos com suas mãozinhas, torcendo para que aquilo parasse. Cerrava os olhos tão profundamente, que às vezes parecia estar tudo bem, não havia grito algum. Na sua breve inocência, não entendia muito bem o que se passava em sua cabeça, na verdade, não sabia o que era, só sabia o que vinha depois.

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