Quando "não" há opção e sentimo-nos sufocados a ponto de vomitar tudo o que temos, fizemos e pensamos desde que nos conhecemos, escrevemos.
abril 30, 2011
merles bleus
tão previsível, tão verossímil, até parece oriunda de outra dimensão. É tamanha a indiferença, tamanha a passividade e facilidade de se antever seus sentimentos, que às vezes até me surpreendo. Vai ver, dessa maneira inconstante, você viva constantemente. A rotina -pincelada com traços aventureiros passados- te pega, te prende, te consome. É como se a sua pontualidade de presença fizesse de você um certo tipo de platonismo, um ser inalcançável. Em doses homeopáticas, você se mostra, e se revela frustrada e decidida [ou não] a atingir seu ápice, sua freedom.
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